Recebi um presente: um poema de cordel
- 22 de jun. de 2015
- 2 min de leitura
Raquel Sá, escritora e amiga está sempre me prestigiando. Mora loooonge, Fortaleza! Mas está sempre perto. E hoje me mandou a minha história, vejam só que mimo, no estilo literatura de Cordel. Já agradeci, amei, etc, mas quero mesmo é compartilhar com todos os meus amigos! Beijos!
História de Giovanna Vampesi (Na literatura de cordel)
Aos cinco anos de idade
Giovanna começou a mostrar
O talento que Deus
Deu-lhe para brilhar.
Seu pai logo notou
O seu gosto pela canção
E a treinou com alegria
E força no coração.
Ela cantava Cindy Lauper
Do querido Michael Jackson
E seu caminho foi-se abrindo
E assim tudo ia seguindo.
Aos sete anos de idade
Gravou o primeiro CD
Titulado "Meu jeitinho"
Feito com garra e carinho.
Começou a se apresentar
Em vários cantos de sua cidade
Pouco a pouco ia trilhando
Um passo para a felicidade.
Sua música "Palavrinhas mágicas"
Da autoria dela e de seu pai
Virou tema da novela "Chiquititas"
E sucesso muito faz.
E agora já com dez anos
Mostra-se a cada dia mais forte
Canta e encanta quem a ouve
No Brasil do sul ao norte.

E por falar nisso... um pouco sobre o Cordel! Leiam o texto abaixo:
A literatura quando carrega o que tem de mais autêntico, como se fosse natural, surgido do âmago do nordestino e que bate sem escala no coração dos homens e mulheres e crianças e jovens e enamorados e emburrados e alegres e tristes, chama-se simplesmente cordel.
É linguagem da gente do povo que escapa, voa, tem vida própria. Leva consigo, inerente, a arte mais pura e visceral.
Impressa, geralmente pelo autor, pendurada em varais (dai seu nome), traz o que de melhor havia na tradição oral dos trovadores portugueses. E, embora já tenha sido estigmatizada, hoje é considerada literatura, com sua Academia Brasileira de Literatura de Cordel.
Vale a pena conhecer, ler, declamar! Aliás... declamar, que poesia mostra sua verdadeira alma, cor, contorno, na oralidade.
(Texto de Roxana M. Filetti)





























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